iFood anuncia fundo de R$ 50 milhões destinados a restaurantes parceiros, em resposta ao coronavírus COVID-19

ifood restaurante
O iFood recomenda entrega sem contato físico e auxiliará a partir do dia 2 de abril seus entregadores e restaurantes cadastrados, em meio ao período que pode impactar diretamente os menores vendedores.
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Com o impacto causado pelo coronavírus COVID-19, gradualmente empresas têm tomado decisões em prol do bem-estar de clientes e funcionários. Um exemplo de uma recente ação é a agência de restaurantes e plataforma brasileira de delivery iFood, que explicou em comunicado oficial, nesta noite de quarta-feira (18), as diferentes abordagens para tratar tanto clientes como restaurantes e seus entregadores.

A ação, que passará a valer a partir do dia 2 de abril, auxilia em especial os pequenos restaurantes com a criação de um fundo de assistência de 50 milhões de reais, o que ampliaria o lucro dos respectivos estabelecimentos parceiros à plataforma. A implementação funcionará em todos 131 mil restaurantes cadastrados. Os que desejarem também podem receber pagamentos sete dias depois da realização da venda.

Além disso, eles também tomaram medidas de prevenção ao coronavírus COVID-19 que, ao combinar com o entregador, dispensa contato físico. “Para ter menos contato, dê preferência ao pagamento digital (via aplicativo), evitando usar dinheiro ou a maquininha de cartão“. Pelo próprio aplicativo ou pelo e-mail cadastrado, os clientes foram informados das medidas.

iFood print do aplicativo mostra desenho de mulher com máscara junto a gato, com celular na mão, e mensagens sobre instruções contra coronavírus
Ao abrir o app, você dá de cara com um guia de prevenção.

Aos entregadores parceiros houve a criação de um “fundo solidário no valor de R$ 1 milhão” aos que precisem permanecer em quarentena. Eles também afirmam o envio de materiais educacionais aos entregadores, bem como a recomendação da entrega sem contato. O entregador receberá um valor baseado na média dos últimos 30 dias, equivalente às últimas duas semanas de quarentena.

Em outro trecho, o iFood deixa claro o viés mais profissional, visando proteção (e não lucro):

É importante deixar claro que é irrelevante para nossas decisões hoje o aumento de vendas do iFood. O que queremos hoje é que os restaurantes e entregadores tenham o iFood como um importante parceiro em um momento de dificuldades, e que, as pessoas que optarem por usar o iFood, o façam com segurança.

iFood, em comunicado oficial

Fabricio Bloisi, presidente do iFood que assina o comunicado aos clientes, também recomenda o download do aplicativo do SUS para busca de mais informações sobre o tema. Na quarta-feira (25) haverá mais informações sobre detalhes de como funcionará cada novidade relatada.

As concorrentes diretas de delivery via app, como Rappi e Uber Eats, também instruíram aos clientes sobre a possibilidade de combinar (pelo chat interno das plataformas) a entrega sem contato físico, seja na portaria do prédio ou ao pé da porta/portão de sua residência.


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