Com o avanço do coronavírus, especialistas defendem que empresas precisam adotar home office

home office coronavírus scaled
Home office é a saída para as empresas em meio ao avanço do coronavírus, defendem especialistas
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Com a disseminação do novo coronavírus (COVID-19) pelo mundo, discussões sobre o trabalho remoto (ou home office) começaram a surgir. Em países como a China, Coreia do Sul, Itália, Japão e Irã já faz sentido adotar esse método com agilidade, tendo em vista que o vírus está mais concentrado nessas regiões.  

Na Ásia, em meio ao surto, empresas já estão exigindo que seus funcionários trabalhem na modalidade home office. Nos Estados Unidos, autoridades de saúde começaram a alertar os empresários a se prepararem para um possível fechamento de escritórios quando a situação piorar. 

Chineses com máscara por causa do coronavírus
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA pode adotar medidas radicais para controlar o surto de coronavírus

Fato é que o novo coronavírus está afetando a economia mundial, colocando diversas empresas em risco. Em decorrência disso, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA afirmou que pode adotar “medidas de distanciamento social que aumentam o espaço físico entre as pessoas”. “Medidas de distanciamento social no local de trabalho” não estão descartadas. Há orientações até mesmo para evitar reuniões presenciais. 

Especialistas ouvidos pelo canal americano ABC News informaram que líderes empresariais podem adotar pequenas medidas para evitar a paralisação de suas atividades. Felizmente, a tecnologia facilitou o home office, em alguns setores a produção não é afetada pelo coronavírus. Ferramentas como Trello, Google Drive, Dropbox e Slack também têm ajudado aqueles que aderem a essa modalidade. 

Equipe trabalhando em escritório; empecialistas defedem o home office para evitar contato entre pessoas, por ora
Especilistas defendem a modalidade home office para conter o alastramento do novo coronavírus

Para Peter Cappelli, professor de administração da Universidade da Pensilvânia (EUA), com o avançando do coronavírus, os empregadores precisam avaliar agora quais são os trabalhos essenciais e quais tarefas devem ser feitas em escritório. 

Essa ação também é defendida por Denise Rousseau, professora de comportamento organizacional e políticas públicas da Universidade Carnegie Mellon. Rousseau comparou com exemplos em Hong Kong, onde universidades desenvolveram aulas online para não deixar os alunos sem conteúdo em meio ao surto de coronavírus. A professora explica que as empresas devem fazer o mesmo: analisar as ferramentas já existentes e colocar esses recursos em escala mais ampla. 

Ainda assim, eles reconhecem que adotar o home office ainda é um desafio, especialmente para fábricas, restaurantes e setores do varejo.

Funcionários trabalhando em fábrica Foxconn; para eles, adotar o home office não é possível
O desafio é ainda maior em fábricas, que não podem adotar o home office

“O maior problema são as fábricas, onde as pessoas precisam estar fisicamente presentes para realizar o trabalho. É muito difícil montar algo à distância. O varejo tem um problema adicional, pois não são apenas seus funcionários que podem estar doentes, todas as pessoas que entram em suas lojas podem estar doentes”. 

disse Rousseau.

Um dos pontos mais destacados pelos especialistas é a produtividade quando o funcionário trabalha home office. “Eu descobri que a produtividade é incrivelmente alta quando as pessoas trabalham remotamente”, afirmou Jaime Klein, fundadora e CEO da Inspire Human Resources.

Fonte: ABC News.

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